O trabalho no lar (live)

Vídeo do YouTube sobre o trabalho no lar, do Grêmio Espírita Atualpa Barbosa Lima:

Abaixo segue o texto dessa live.

O trabalho no lar

“O trabalho no lar” tem como referência o Cap. 17 do livro “Educadores do Coração”, de Walter Barcelos, escritor espírita, natural de Araxá/MG.

Esse texto é direcionado aos pais como educadores do lar, que precisam incentivar, no ambiente doméstico, seus filhos com atitudes, atividades, afazeres, tarefas e ocupações edificantes, fazendo-os aprender a serem úteis, obedientes e solidários, como preparação para as suas vidas futuras, sendo cidadãos de bem.

A riqueza do tema está em abordar a educação dos filhos no contexto familiar, principalmente, nesse momento, em que tantas informações penetram os nossos lares, influenciando os seus desenvolvimentos, sendo que eles precisam de bons exemplos e valiosos ensinamentos em suas vidas.

Todos sabemos que educar os filhos não é tarefa fácil, porquanto exige cuidado, atenção, respeito, carinho, afeto, correção, orientação, exemplo e amor, mas sobretudo porque eles necessitam de aprendizado edificante para formar seus caráteres e suas personalidades para a idade adulta.

As escolas instruem suas inteligências, mas dificilmente se encarregarão pela edificação da alma, enobrecendo os seus sentimentos morais.

Ninguém poderá substituir os pais na educação do coração.

Por conseguinte, é de suma importância a influência dos pais na educação dos filhos durante a infância para a construção de seus futuros, tornando-os em fontes de nobres sentimentos em suas relações sociais, sendo pessoas de bem.

Testemunho

Ao ler o texto de Walter Barcelos, durante a preparação para essa live, transportei-me para a minha infância, recordando o meu tio e pai de criação, a quem devo muito a formação intelectual e moral.

Ele sempre me motivava a realizar certos afazeres domésticos, plantando em meu coração valiosos ensinamentos que trago até hoje.

Embora tarefas simples, aprendi a ser solidário nas demandas do lar.

Contudo, a sua maior contribuição foi moral, ao semear no meu íntimo a disciplina, a organização, a responsabilidade e a fraternidade.

Alerta

Tem um dito popular que diz: se os pais não ensinam, a sociedade se encarrega de educar e ensinar os seus filhos.

Assim, não podemos deixar os nossos filhos entregues às circunstâncias da vida, pois temos os nossos deveres e as nossas responsabilidades para com esses pequeninos que Deus nos confiou.

Convém enfatizar, desde já, que essas reflexões não têm como propósito ensiná-los a educar os seus filhos, mas apenas trazer algumas questões julgadas úteis que poderão auxiliar nessa tarefa tão nobre que o Criador Eterno encarregou a todos os pais.

O trabalho no lar

Walter Barcelos inicia o seu texto citando a Parábola dos dois filhos, do Evangelho de Mateus (21: 28-32), em que um pai, chegando-se ao primeiro filho, diz a ele para ir trabalhar na sua vinha, estimulando-o no campo de uma atividade construtiva.

Comenta em seguida:

“Preocupam-se muito com o aprimoramento intelectual da criança e esquecem-se de sua participação na escola dinâmica do trabalho produtivo condizente com suas capacidades.

Esclarecem-nos os Espíritos da Codificação, na questão nº 675 de O Livro dos Espíritos acerca de que seja o trabalho:

‘… o Espírito também trabalha, como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho’.

Toda ação que proporcione a produção de um bem ou serviço que beneficia a nós e aos outros, constitui-se em trabalho. Ele é lei do progresso universal para todos os Espíritos em nosso mundo e em todos os quadrantes do Universo.”

Assim, o trabalho no lar tem finalidade educativa, de ocupação útil, na missão de estimular os filhos a adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades e evidenciar virtudes edificantes que os capacitem no campo de atividades construtivas que proporcionem benefícios próprios e a seus semelhantes.

No lar, Walter Barcelos orienta a incentivar os filhos para algumas atividades, desde que estejam aptos, por mais simples que sejam, pois elas educam a mente para o desenvolvimento de qualidades nobres da personalidade.

Com esses estímulos, os filhos são motivados a serem solidários em pequenas tarefas dos afazeres domésticos.

Além de educar a alma, incutem neles os sensos de obediência, organização e cooperação. Eles precisam encontrar nos pais bons orientadores.

O espírito de cooperação conduz para o auxílio no esforço familiar, proporcionado a visualização da aceitação pacífica do servir com alegria, apesar dos obstáculos e das dificuldades. Desenvolve, ainda, os valores morais para o crescimento interior.

Educar os filhos nessa fase, facilitará as suas formações para a idade adulta. Deixando passar essa oportunidade, mais difícil será eles assimilarem as boas condutas em suas vidas no futuro.

Toda atividade educativa tem que ser espontânea, sem criar expectativas de recompensas, pois poderá conduzir a cooperar unicamente por interesse. Eles precisam compreender a importância de se realizar ocupações úteis voluntariamente.

Deve-se buscar equilíbrio e bom senso na escolha das tarefas domésticas, pois os filhos necessitam de tempo para estudar, brincar e se divertir. As crianças devem brincar, mas não tão somente brincar.

É preciso dosar fantasias e brincadeiras, transferindo parte dos divertimentos para o cumprimento de obrigações e tarefas. Assim, eles começam a enxergar, progressivamente, as responsabilidades no ambiente familiar.

Criança entregue à inércia e ao lazer sem limites favorece o excesso de diversões sem proveito e o surgimento de vícios e delinquência.

Imprescindível aprender a fazer o correto, pois ninguém fará o certo se não aprendeu, isto é, se não houver a formação de bons costumes, todo processo de educação estará incompleto por parte da responsabilidade dos pais, deixando os filhos sem o crescimento na capacidade de executar tarefas e obrigações.

A superproteção aos filhos, afastando-os dos afazeres mais simples, poderá conduzi-los a menosprezar determinadas tarefas.

Walter Barcelos, como exemplo, cita o texto do Espírito Humberto de Campos, do livro “Boa Nova”, em que Jesus, na infância, ajudou seu pai na carpintaria, ensinando-nos que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio.

Outro exemplo, vem de Paulo de Tarso, que aprendeu a profissão de tecelão com a orientação paterna, habilidade que lhe ajudou a sobreviver dignamente e foi muito útil em suas viagens na criação dos grupos cristãos.

Assim, a educação no lar é fundamental na preparação do filho para o seu futuro, ajudando-o no crescimento moral e espiritual, em que a vida se apresentará alternando momentos bons e ruins, diante das dificuldades e provações que atingem a todos nós.

Além do texto de Walter Barcelos, outros ensinamentos e esclarecimentos poderemos extrair da literatura espírita para entender melhor as circunstâncias do renascimento para a construção do futuro mútuo de pais e filhos por intermédio da educação no lar, o que faremos a seguir.

O lar

O Espírito Neio Lúcio, em “Jesus no lar”, ensina:

“O lar, na maioria das vezes, é o cadinho santo ou o forno preparador. (…) O lar é um curso ligeiro para a fraternidade que desfrutaremos na vida eterna. Sofrimentos e conflitos naturais, em seu círculo, são lições.” (A escola das almas)

“O berço doméstico é a primeira escola e o primeiro templo da alma. A casa do homem é a legítima exportadora de caracteres para a vida comum. (…) A paz do mundo começa sob as telhas a que nos acolhemos.” (O culto cristão no lar)

O Espírito Emmanuel, em “Família”, esclarece: “O lar é o porto de onde a alma se retira para o mar alto do mundo, e quem não transporta no coração o lastro da experiência dificilmente escapará ao naufrágio parcial ou total.” (Em Família)

Os laços de família

Para a Doutrina Espírita, os laços de família oferecem oportunidades de aprendizado e evolução.

Arraigada em vidas passadas, a família é formada por agentes diversos que se reencontram afetos e desafetos para os ajustes e reajustes indispensáveis.

Na família, os laços espirituais podem ser formados por Espíritos unidos pela afeição, simpatia e semelhança de inclinações, felizes por estarem juntos.

Dessa afinidade espiritual, uns podem seguir os outros na encarnação, reunindo-se em uma mesma família para trabalharem pelo mútuo adiantamento.

Nesse contexto, movidos pelo amor, os que estão mais adiantados auxiliam os retardatários a progredirem, no sentido de voltar e ajudar os que se atrasaram.

Em outro contexto, os laços espirituais de família podem ser formados por desafetos, divididos por desavenças anteriores, servindo-lhes de provação.

Isso porque, depois de uma existência, o Espírito leva consigo as paixões e os ressentimentos de existências passadas. Contudo, o Espírito aperfeiçoa-se no Espaço até que deseje receber a luz.

Após o tempo de meditação, o Espírito ressentido aproveita a oportunidade para renascer na família do desafeto para viver nova chance de progresso.

Para o Espiritismo, as nossas vidas não se cruzam ao acaso, pois forças superiores impelem-nos uns para com os outros para cumprir as ações da providência divina.

É assim que devemos compreender a grande família unida por laços espirituais, que vai além dos laços biológicos.

O estado de infância

No nascedouro, o Universo não se apresentou na plenitude de sua existência, porquanto nasceu criança e segue o seu destino percorrendo o infinito por toda a eternidade.

A Terra também teve a sua infância, quando da sua formação no Sistema Solar.

Ao olharmos a Natureza, veremos as infâncias dos reinos vegetal e animal.

Da mesma maneira, o Espírito tem a sua infância, iniciando com a sua criação divina e desenvolvendo-se em jornadas evolutivas na busca da perfeição em pluralidade de existências.

Na infância espiritual, o ser humano somente aplica a sua inteligência para sobreviver pelo automatismo dos instintos.

Pela reencarnação, abrem-se novas oportunidades de aprendizado e renovação, propiciando impulsos evolutivos significativos, cujos benefícios indicam a manifestação da justiça e da misericórdia divinas.

Em “O Livro dos Espíritos”, na questão 183, somos informados que “Em toda parte a infância é uma transição necessária…”.

Na questão 382, os Espíritos da Codificação esclarecem que o estado de infância corresponde a uma necessidade e está na ordem da Natureza, de acordo com as vistas da Providência.

Assim, no caminho do progresso, o estado de infância é lei de ocorrência universal nos diferentes mundos habitados e na Natureza, sendo que todos os seres estão submetidos a ele.

A inocência da criança

A inocência das crianças oculta o que elas foram, são e serão.

Essa inocência não constitui superioridade real com relação ao que era antes, mas a imagem do que deveriam ser.

O que motiva a educar o filho em tenra idade é que o Espírito, após a adolescência, retoma a natureza que lhe era própria.

Os aspectos de inocência das crianças são para que não imputemos excessiva severidade a elas. São também para os pais, cujo amor necessita da fraqueza que as caracteriza.

Desde que os filhos não mais precisam da proteção e assistência que lhes foram dispensadas, surgem-lhes o caráter real e individual em toda a nudez.

Outra finalidade da infância

Outra finalidade da infância é que os Espíritos entram na vida corporal para se aperfeiçoarem e melhorarem.

A delicadeza da idade infantil os torna brandos, acessíveis aos conselhos da experiência e dos que devam fazê-los progredir.

Nessa fase, é que se lhes pode reformar o caráter e reprimir os maus pendores mediante o trabalho edificante no lar.

Por isso o dever que Deus impôs aos pais, missão sagrada de que terão de dar contas.

Assim, a infância é não só útil, necessária e indispensável, mas também consequência natural das leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo.

Aquisição de virtudes

As virtudes não são concessões divinas, um dom ou uma graça fornecida por Deus a alguns Espíritos.

As aquisições de virtudes são conquistas individuais, alcançadas por meio de provações e aprendizados construtivos em sucessivas experiências vividas.

Por conseguinte, não é algo que se consegue de um dia para o outro, porquanto essa aquisição exige esforço próprio, persistência e firmeza de propósitos. Daí a importância do trabalho no lar.

Isso porque a evolução intelectual, moral e espiritual é um processo contínuo mediante o desenvolvendo de aprendizados que o Espírito ainda necessita de burilamento.

A aquisição de um valor moral leva à conquista de outro, e assim por diante, até que o indivíduo se transforme em uma pessoa de bem.

As virtudes são desenvolvidas pelo Espírito em suas vivências tanto na Terra como no plano espiritual.

Retornando à encarnação, o Espírito passa pela fase de infância que lhe oferece as melhores condições para adquirir e desenvolver virtudes.

Se a criança recebe boa educação no lar, sobretudo a moral, o seu Espírito é fortificado e a sua conduta se revela de acordo com os princípios do bem, principalmente se já ocorreu aprendizado anterior.

A repetição dos bons atos, em nova reencarnação, tem o poder de desenvolver valores morais.

Quem não é virtuoso dentro do lar, não o será fora dele, pois que a virtude não tem duas faces, uma interna e outra externa. A virtude é uma e a mesma em toda parte.

O hábito da virtude, quando real, reflete-se em todos os nossos atos, do mais simples ao mais complexo.

As conjunturas difíceis, as emergências perigosas, não alteram a virtude quando ela já constitui o nosso modo habitual de vida.

Contudo, o vício não cede lugar sem luta.

Assim, a aquisição e o desenvolvimento de virtudes são desafios para superar as próprias imperfeições e os impulsos dominadores das paixões inferiores.

Que fizestes do filho confiado à vossa guarda? (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XIV)

O Espírito Santo Agostinho alerta:

“Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe perguntará Deus: Que fizestes do filho confiado à vossa guarda? Se por culpa vossa ele se conservou atrasado, tereis como castigo vê-lo entre os Espíritos sofredores, quando de vós dependia que fosse ditoso.”

Santo Agostinho continua:

“… muitas dentre vós, em vez de eliminar por meio da educação os maus princípios inatos de existências anteriores, entretêm e desenvolvem esses princípios, por uma culposa fraqueza, ou por descuido, e, mais tarde, o vosso coração, ulcerado pela ingratidão dos vossos filhos, será para vós, já nesta vida, um começo de expiação.

Conclusão

Dos ensinamentos, dos esclarecimentos e das reflexões do trabalho no lar, diante da pergunta de Santo Agostinho: Que fizemos do filho confiado à nossa guarda?

Que possamos responder: aproveitamos a valiosa oportunidade concedida por Deus de proporcionar-lhe uma educação edificante durante a sua infância, incentivando-o a desenvolver virtudes morais, atividades, afazeres e ocupações úteis, cujos ensinamentos e aprendizados o auxiliarão a ser uma pessoa de bem em suas relações sociais.

Nas condições de pais e filhos, não passamos de devedores em resgate de antigos compromissos.

Pelo véu de esquecimento do passado, abrem-se as portas da renovação para que juntos possamos construir um novo porvir.

Da ação renovadora, o filho estampará os próprios ideais e impulsos, plasmando um novo modo de ser.

No lar, começa a nossa missão no mundo.

O lar é o santuário em que a bondade divina nos situa; e dentro dele recebemos o primeiro mandato de serviço cristão.

“Entre as paredes do templo familiar, preparamo-nos para a vida com todos. Seremos, lá fora, no grande campo da experiência pública, o prosseguimento daquilo que já somos na intimidade de nós mesmos.” (Espírito Scheilla. Luz no lar.)

Por maiores que sejam os nossos compromissos e as nossas obrigações, na esfera dos negócios ou na vida social, destine as atenções necessárias à família.

A família é o alicerce da sociedade, assentando a base da harmonia dos povos.

O combate ao egoísmo começa no lar, porque ali passamos a nos interessar uns pelos outros, já com certo desprendimento.

A criança é um diamante do Céu para ser burilado.

Ela devolverá o que aprender, de acordo com a semente plantada em seu coração.

Aprendendo a amar os familiares, o ser humano exercita o sentimento de amor que leva a expandi-lo para amigos e próximos.

Lembrando-se sempre de que as aquisições morais são conquistas do Espírito em evolução e os filhos seguem os bons exemplos dos pais, principalmente se houver iniciativa destes em passar as regras de comportamento sadio que devem pautar suas vidas, estabelecendo padrões de moralidade.

Assim, como pais, não podemos abandonar os filhos ao acaso das circunstâncias da vida.

Como colher o que não foi plantado?

A semente a ser plantada em nossos filhos é a de uma educação edificante, mediante o trabalho no lar, para que eles sejam cidadãos corretos, cumpridores de seus deveres e respeitadores das leis de Deus e da sociedade.

Receba-os com doçura e reconhecimento, mas não esqueça o dever de supri-los com a elevação espiritual necessária para o bom combate que lhes cabe enfrentar no porvir de luta probatória.

Por fim, “… a verdadeira felicidade de nossos filhos reside, antes de tudo, no trabalho e na educação com que lhes venhamos a honrar na vida.” (Espírito J. Carta a meu filho. Luz no Lar.)

Bibliografia:

ÂNGELIS, Joanna de (Espírito); na psicografia de Divaldo Pereira Franco. Vida: desafios e soluções. 14ª Edição. Salvador/BA, LEAL, 2020.

BARCELOS, Walter. Educadores do Coração. 6ª Edição. Belo Horizonte/MG: UEM, 2000.

EMMANUEL (Espírito); na psicografia de Francisco Cândido Xavier. Família. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2016.

KARDEC, Allan; tradução de Evandro Noleto Bezerra. A Gênese. 2ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2013.

KARDEC, Allan; tradução de Guillon Ribeiro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019.

KARDEC, Allan; tradução de Guillon Ribeiro. O Livro dos Espíritos. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019.

FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA. Walter Barcellos. Disponível em: https://www.febeditora.com.br/custom.asp?arq=autores/WalterBarcellos.html. Acessado em: 15 de abril de 2021.

LÚCIO, Neio (Espírito), na psicografia de Francisco Cândido Xavier. Jesus no lar. 37ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2018.

ROCHA, Cecília (organizadora). Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita: programa fundamental. Tomo I. 2ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2018.

ROCHA, Cecília (organizadora). Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita: programa fundamental. Tomo II. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2017.

XAVIER, Francisco Cândido (psicografado por); por diversos Espíritos. Luz no lar. 12ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2018.

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