A verdade que liberta


“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João, 8: 31-32)

Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”. (João, 14: 6)

“… Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.” (João, 18: 37-38)

A palavra do Mestre é clara e segura: não seremos libertados pelos aspectos da verdade ou pelas verdades provisórias de que sejamos detentores no círculo das afirmações apaixonadas a que nos inclinemos.

Jesus revelou a verdade divina pela Palavra que liberta as almas daqueles que creem e praticam os seus ensinamentos e exemplos como roteiros de vida, porque a verdade de Deus é absoluta, única, eterna e imutável.

Conhecer a verdade divina tem sentido mais profundo, precisando ser penetrada e assimilada para favorecer o combate das nossas imperfeições, passando pelas provas evolutivas rumo à perfeição, tendo Jesus como modelo e guia.

“Permanecerdes na minha palavra” indica condição de persistir pela perseverança como preceito de conduta na reestruturação da vida. Esta perseverança conduzirá à maturidade espiritual, prosseguindo em movimento de ascensão e jamais duvidando das promessas de Jesus.

A verdade nos libertará à medida que adquirirmos a capacidade de compreendê-las na prática do bem e da caridade junto aos nossos semelhantes. Da luta renovadora, somos convocados a fazer escolhas mais acertadas, administrar o tempo, ampliar sentimentos, desenvolver virtudes e cultivar, sobretudo, a solidariedade e a fraternidade.

Assim, não seremos libertos pelas verdades transitórias de que sejamos detentores. Devemos nos colocar como seres receptivos para a verdade divina. “Conhecer, portanto, a verdade é perceber o sentido da vida. E perceber o sentido da vida é crescer em serviço e burilamento constantes” (Emmanuel). Quando chegar este momento, ou a hora do despertar, depois da devida preparação e do amadurecimento espiritual, diremos: conhecemos a verdade, e a verdade nos libertará!

Bibliografia:

BÍBLIA SAGRADA.

KARDEC, Allan; tradução de Evandro Noleto Bezerra. A Gênese. 2ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2013.

VINÍCIUS. Nas pegadas do Mestre. 12ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2014.

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