A paz do Cristo e a paz do mundo

“Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo.” (João, 14: 27)

“Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz.” (João, 16: 33)

Essa reflexão está apoiada no Evangelho de João em que se confrontam dois tipos de paz: a do Cristo e a do mundo.

A paz do Cristo, ou de Jesus, está relacionada àquela como consequência da aquisição de bens celestiais ou espirituais para a conquista da felicidade e da vida eternas. Essa paz é interior, da alma ou do Espírito, a que o Mestre se referia: “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus, 6: 19-21).

Já a paz do mundo é representada pela ótica materialista que busca uma realização pelo acúmulo de bens materiais e transitórios, os quais proporcionam felicidade efêmera, quedas e temores. Por isso, Jesus complementa seu ensinamento: “Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo.” (João, 14: 27).

Assim, Jesus, a respeito de paz, disse: “Não a dou como o mundo a dá.”; porque a paz do Cristo e a paz do mundo são diferentes.

A paz do mundo

O Espírito Emmanuel, no livro “Vinha de luz”, no Capítulo 105, em “Paz do mundo e paz do Cristo”, na psicografia de Francisco Cândido Xavier, esclarece:

“É indispensável não confundir a paz do mundo com a paz do Cristo.

A calma do plano inferior pode não passar de estacionamento.

A serenidade das esferas mais altas significa trabalho divino, a caminho da Luz imortal.

O mundo consegue proporcionar muitos acordos e arranjos nesse terreno, mas somente o Senhor pode outorgar ao espírito a paz verdadeira.

Nos círculos da carne, a paz das nações costuma representar o silêncio provisório das baionetas; a dos abastados inconscientes é a preguiça improdutiva e incapaz; a dos que se revoltam, no quadro de lutas necessárias, é a manifestação do desespero doentio; a dos ociosos sistemáticos é a fuga ao trabalho; a dos arbitrários é a satisfação dos próprios caprichos; a dos vaidosos é o aplauso da ignorância; a dos vingativos é a destruição dos adversários; a dos maus é a vitória da crueldade; a dos negociantes sagazes é a exploração inferior; a dos que se agarram às sensações de baixo teor é a viciação dos sentidos; a dos comilões é o repasto opulento do estômago, embora haja fome espiritual no coração.

Há muitos ímpios, caluniadores, criminosos e indiferentes que desfrutam a paz do mundo. Sentem-se triunfantes, venturosos e dominadores no século. A ignorância endinheirada, a vaidade bem-vestida e a preguiça inteligente sempre dirão que seguem muito bem.

Não te esqueças, contudo, de que a paz do mundo pode ser, muitas vezes, o sono enfermiço da alma. Busca, desse modo, aquela paz do Senhor, paz que excede o entendimento, por nascida e cultivada, portas adentro do espírito, no campo da consciência e no santuário do coração.”

Juvanir Borges de Souza, no livro “Tempo de renovação”, Capítulo 1, em “A Paz de Jesus”, discorre:

“O mundo conhece muitas formas de paz.

Entre os indivíduos, o repúdio à violência e à opressão, a busca ao entendimento e à compreensão, a procura do repouso e da calma são meios de viver em paz para a maior parte dos habitantes da Terra.

A satisfação de todos os desejos, nada se negando a si mesmas, é outro caminho de muitas criaturas na procura da paz no mundo, mesmo que à custa de mentiras e falsidades.

Outras se convencem de que a paz se obtém galgando os degraus da autorrealização nos campos da cultura, da arte, dos negócios, do poder, triunfando sobre os obstáculos e sobre aqueles que se antepõem a seus objetivos, ou atravessam a sua frente na trajetória para as conquistas.

Cessação de hostilidades, fim de uma pendência, trégua e conciliação são outras tantas formas de paz, procuradas após lutas ásperas e rudes.

Já para as nações e povos o conceito de paz subordina-se ao estado de não-beligerância. Paz é o oposto da guerra. Desgastou-se de tal forma a noção de paz que os períodos de calma, os intervalos entre os conflitos coletivos eram e são utilizados na preparação de novas guerras. (…)

Modernamente, não mudou muito a mentalidade imperante em muitas nações. (…)

A paz deixada por Jesus é muito diferente da que o mundo oferece.”

O Espírito Emmanuel, no livro “Vinha de luz”, no Capítulo 155, em “Tranquilidade”, na psicografia de Francisco Cândido Xavier, no mesmo contexto, ensina:

“De maneira geral, os aprendizes do Evangelho aguardam a paz, onde a calma reinante nada significa além de estacionamento por vezes delituoso. No conceito da maioria, a segurança reside em garantia financeira, em relações prestigiosas no mundo, em salários astronômicos. Isso, no entanto, é secundário. Tempestades da noite costumam sanear a atmosfera do dia, angústias da morte renovam a visão falsa da experiência terrestre.

Vale mais permanecer em dia com a luta que guardar-se alguém no descanso provisório e encontrá-la, amanhã, com a dolorosa surpresa de quem vive defrontado por fantasmas.

A Terra é escola de trabalho incessante.

Obstáculos e sofrimentos são orientadores da criatura.

É indispensável, portanto, renovar-se a concepção da paz, na mente do homem, para ajustá-lo à missão que foi chamado a cumprir na obra divina, em favor de si mesmo.”

A paz do Cristo

Juvanir Borges de Souza, no livro “Tempo de renovação”, Capítulo 1, em “A Paz de Jesus”, expressa:

“Com a paz de Jesus, nenhuma força inferior sobrepuja nossa força interior, quaisquer que sejam as circunstâncias que nos cerquem. (…)

Seus frutos são amor, paz, alegria, resignação, bondade, generosidade, fidelidade, mansidão, temperança. (Gálatas, 5:22)

O caminho para a paz do Senhor é feito de ações no bem e de renúncias.

Não pode alcançá-la quem não perdoa uma ofensa, ou de calar um ressentimento; quem não esquecer injustiças sofridas; quem alimenta preconceitos, inveja, rivalidade, inimizade. Todos os produtos do egoísmo e do orgulho precisam ser abandonados.

Para seguir com o Cristo será necessário que ‘não se turbe o nosso coração’, na certeza de que Ele nos ama hoje, como no passado (…)

A paz de Jesus no interior da criatura não é uma atitude egoísta. Seu portador procura semeá-la ao derredor, na prática do bem ao seu alcance, na solidariedade, na benevolência, na gentileza, na compreensão. (…)

Na paz não há lugar para o medo, mas coragem e desassombro com Jesus. Isto não significa viver imprudentemente, nem agir precipitadamente, sacrificando interesses próprios e alheios em ações temerárias.

A harmonia interior rejeita os extremismos, a perturbação e a violência.”   

O Espírito Emmanuel, no livro “Vinha de luz”, no Capítulo 155, em “Tranquilidade”, na psicografia de Francisco Cândido Xavier, ensina:

Conservar a paz, em Cristo, não é deter a paz do mundo. É encontrar o tesouro eterno de bênçãos nas obrigações de cada dia.

Não é fugir ao serviço; é aceitá-lo onde, como e quando determine a vontade d’Aquele que prossegue em ação redentora, junto de nós, em toda a Terra.

Muitos homens costumam buscar a tranquilidade dos cadáveres, mas o discípulo fiel sabe que possui deveres a cumprir em todos os instantes da existência. Alcançando semelhante zona de compreensão, conhece o segredo da paz em Jesus, com o máximo de lutas na Terra. Para ele continuam batalhas, atritos, trabalho e testemunhos no Planeta, entretanto, nenhuma situação externa lhe modifica a serenidade interior, porque atingiu o luminoso caminho da tranquilidade fundamental.”

O Espírito Emmanuel, no livro “Palavras de vida eterna”, no Capítulo 57, em “Jesus e paz”, na psicografia de Francisco Cândido Xavier, esclarece:

“A paz do mundo costuma ser preguiça rançosa.

A paz do espírito é serviço renovador.

A primeira é inutilidade.

A segunda é proveito constante.

Vejamos o exemplo disso em nosso divino Mestre.

Lares humanos negaram-lhe o berço.

Mas o Senhor revelou-se em paz na estrebaria.

Herodes perseguiu-lhe, desapiedado, a infância tenra.

Jesus, porém, transferindo-se de residência, em favor do apostolado que trazia, sofreu, tranquilo, a imposição das circunstâncias.

Negado pela fortuna de Jerusalém, refugiou-se, feliz, em barcas pobres da Galileia.

Amando e servindo os necessitados e doentes recebia, a cada passo, os golpes da astúcia de letrados e casuístas de seu tempo; contudo, jamais deixou, por isso, de exercer, imperturbável, o ministério do amor.

Abandonado pelos próprios amigos, entregou-se serenamente à prisão injusta.

Sob o cuspo injurioso da multidão foi açoitado em praça pública e conduzido à crucificação, mas voltou da morte, aureolado de paz sublime, para fortalecer os companheiros acovardados e ajudar os próprios verdugos.

Recorda, assim, o exemplo do Benfeitor excelso e não procures segurança íntima fora do dever corretamente cumprido, ainda mesmo que isso te custe o sacrifício supremo.

A paz do mundo, quase sempre, é aquela que culmina com o descanso dos cadáveres a se dissociarem na inércia, mas a paz do Cristo é o serviço do bem eterno, em permanente ascensão.”

O Espírito Emmanuel, no “Nosso livro”, em “Evangelho e paz”, na psicografia de Francisco Cândido Xavier, complementa:

“O problema da paz é questão de fraternidade, em todas as latitudes. E o Evangelho do Cristo constitui o manancial divino, em cujas correntes de água viva pode o coração renovar-se para a vitória do legítimo entendimento.

Guerras, discórdias, crises, representam a resultante da grande desarmonia que a ausência do amor estabeleceu no caminho da inteligência.

A concórdia real jamais será incubada por decretos políticos ou por princípios apressados de filosofia salvacionista, nas relações dos homens entre si, e para a harmonia individual não valem tão somente a argumentação da psiquiatria e as descobertas preciosas da ciência médica.

A incompreensão das criaturas torna sombrios todos os caminhos da Terra e o viajor da carne sofre a influenciação da angústia que ele mesmo projeta.

Outro recurso não nos resta, além daquele que condiz com a justa retificação.

O grande Médico e sublime Renovador do mundo ainda é o Cristo que revelou o mistério do sacrifício pessoal por lição inesquecível de ressurreição e triunfo.

‘Ajuda ao que te persegue e calunia. Ora pelos que te odeiam. Serve sem aguardar retribuição. Renuncia a ti mesmo, toma a cruz da abnegação em favor dos que te cercam e segue, de ânimo robusto, para diante. Se procuras o primeiro lugar, sê o dedicado servo de todos. Aquele que te pede a capa, dá igualmente a túnica. Ao que te exigir a jornada de mil passos, caminha com ele dois mil.’

Semelhantes ensinamentos pairam sobre a fronte da humanidade, concitando-a à vida nova.

A organização mental é um instrumento que, ajustado ao Evangelho, deixa escapar às vibrações harmônicas do amor, sem cujo domínio a vida em si prosseguirá desequilibrada, fora dos objetivos superiores, a que indiscutivelmente se destina.

Há produção de pensamentos no mundo, como existe a produção de flores e batatas. Criamos, em torno de nós, a atmosfera de ordem ou perturbação, quanto incentivamos a seara de trigo ou suportamos, por relaxamento, a colheita compulsória de ervas daninhas.

Induzindo-nos ao trabalho construtivo com bases no devotamente pessoal pelo bem de todos, a mensagem de Jesus compele-nos a irradiar fé e paciência, serenidade e bom ânimo, com atividade plena e infatigável a benefício da alegria comum. Habituamo-nos, assim, a compreender as necessidades do vizinho, guardando um coração educado para auxiliar sempre, cedendo de nosso egoísmo ao alheio contentamento.

Sob tais moldes, a experiência do lar é mais sadia e mais nobre, o clima de confiança possibilita sólidos alicerces à felicidade e caminhamos para a frente de espírito arejado, pronto a socorrer todas as dores e a contribuir na equação dos problemas de quantos procuram a bênção do progresso junto de nós.

A comunhão com Jesus sublima as secreções ocultas da alma, proporcionando-nos acesso fácil ao manancial de forças renovadoras do ser ou de hormônios espirituais da vida eterna.

Afeiçoando-nos ao Mestre Sublime, seremos verdadeiros irmãos uns dos outros.

Em nosso coração e em nossa mente reside a sementeira da luz.

Auxiliando-a com a boa vontade, sob a inspiração ativa e constante da Boa Nova, no esforço mútuo de compreensão das nossas necessidades e problemas que exigem o concurso incessante do amor, alcançaremos, mais cedo, a vitória da saúde e da alegria, do aperfeiçoamento e da redenção.”

Conclusão

Assim, a busca da paz interior, ou de Espírito, pelos ensinamentos de Jesus, contribui para a paz na Terra, cultuando a mansidão, a brandura, a candura, a paciência, o equilíbrio e a tranquilidade para com os nossos semelhantes, pela libertação da alma e pelo esforço pessoal, afastando os sentimentos inferiores de ofensa, cólera, raiva e irritabilidade.

Devemos considerar que a busca da paz de Espírito vem antes de contribuir para a paz na Terra, porquanto se cada um de nós mudar o seu comportamento semeando a paz dentro de si, eliminando os sentimentos inferiores, estaremos contribuindo para a paz no planeta, motivados pelo equilíbrio, pela compreensão e pela boa vontade que, com paciência, saberá plantar o bem e esperar a colheita, sem desespero e sem violência.

Em nossas rotinas e lutas diárias, deparamo-nos com diversas situações conflituosas no ambiente familiar, no trabalho ou nos relacionamentos interpessoal e social, e como nos aborrecemos e irritamos facilmente diante dessas circunstâncias.

Em certos momentos, tendo o ego e o orgulho feridos, reagimos com ira, raiva e violência, seja porque alguém nos disse algo, deu um encontrão, provocou uma fechada no carro, o vizinho nos incomodou, ou qualquer outro fato inesperado e conflituoso.

É por orgulho ferido que discutimos, brigamos e magoamos. É o orgulho, o exagero do amor-próprio que deixa de ser amor para tornar-se algo doentio, que dificulta o perdão.

Ofendemos e somos ofendidos, deliberadamente ou sem intenção. Ferimos nossos semelhantes porque não conseguimos frear os impulsos. Uma simples contrariedade é motivo para perder o equilíbrio.

É dever do cristão reconhecer os próprios equívocos e desculpar-se. Muitas vezes, sabe que está errado, que cometeu injustiça, mas não pede perdão. Procura todo tipo de justificativa para o seu ato, para não ter de escusar-se. Essa resistência tem o efeito de reforçar a soberba.

O cristão compreende que não pode acomodar-se com comportamento em desacordo com as leis de Deus e precisa aprender a dominar os seus impulsos agressivos e conviver com o próximo sem sair dos padrões do Evangelho. As ofensas exprimem sentimentos contrários à lei do amor e da caridade que deve existir nas relações entre os homens para manter a concórdia e a união.

Guardemos os ensinamentos do Cristo no coração, para que nos sustentem a alma na luta salvadora em que nos cabe atingir a redenção do dia a dia. Se deseja seguir Jesus, aprende a dominar os próprios impulsos e eleja a serenidade por clima de cada hora.

A caridade e a fraternidade tornam-se uma necessidade social. Somente o progresso moral pode assegurar a felicidade dos homens na Terra, colocando freio nas más paixões; somente ele pode fazer com que reinem a concórdia, a paz e a fraternidade entre os homens.

A fraternidade não está circunscrita a alguns indivíduos que o acaso reúne durante a duração efêmera da vida; ela é perpétua como a vida do Espírito, universal como a humanidade, que constitui uma grande família em que todos os membros são solidários uns com os outros, qualquer que seja a época em que viveram.

Inspirados pelo amor ao semelhante e sem mágoas, devemos trabalhar pela paz e pelo entendimento entre os homens. Diante de situações conflituosas, antes da decisão aconselhada pela ira ou pela violência, devemos perguntar ao amor o caminho a ser seguido. E o amor responderá com sabedoria como prosseguir. O amor falará da mansidão, da brandura, da paz e da esperança. A resposta do amor exigirá grande esforço e tempo para reflexão, porquanto a prática do amor impõe retribuição.

Esforço e tempo estarão conectados com a paciência, no autocontrole emocional que suporta situações desagradáveis, sem perder a calma e a concentração.

Ante o amor, a dificuldade torna-se desafio, a dor faz-se teste, a enfermidade constitui resgate, a luta se converte em experiência, a ingratidão ensina, a renúncia liberta, a solidão prepara e o sacrifício santifica.

Jesus convidou-nos ao equilíbrio, à candura e à humildade, para que aprendamos a possuir, em nome do Pai, todo poder e toda glória da vida. Procuremos, pela tolerância fraterna, a lição sublime para que estejamos seguros nas construções imperecíveis da alma. À frente da crueldade, da violência, da ignorância e da insensatez, mantenhamos acesa a chama do amor.

Com os ensinamentos de Jesus, compreendemos que a verdadeira felicidade não é material, mas sim espiritual, a felicidade da paz interior, começando a semeá-la dentro de nós, limpando o nosso coração de todas as impurezas, de todos os sentimentos contrários às leis de Deus.

Por fim, os pacíficos serão reconhecidos como filhos de Deus, porque obedecem à lei da fraternidade, sabendo que todos somos irmãos, filhos de um único Pai, que tratam a todos com brandura, moderação, mansuetude, afabilidade e paciência. É em Jesus que devemos buscar as lições de mansidão de que tanto carecemos nas lutas da vida.

Bibliografia:

BÍBLIA SAGRADA.

KARDEC, Allan; tradução de Guillon Ribeiro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019.

EMMANUEL (Espírito); Saulo Cesar Ribeiro da Silva (Coordenação). O Evangelho por Emmanuel: comentários ao evangelho segundo João.  1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2017.

SOUZA, Juvanir Borges de. Tempo de renovação.  3ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2002.

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2 comentários em “A paz do Cristo e a paz do mundo

  1. Adorei o texto, muito bom!
    Gratidão

    Curtido por 1 pessoa

    1. Prezada Ryath, boa noite.
      Muito obrigado pela sua mensagem.
      Um fraterno abraço!
      Juan Carlos

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