Por que Jesus não escolheu espíritos puros como apóstolos ou discípulos em sua missão terrena?

Essa reflexão foi inspirada no Capítulo 4, “O segredo da reforma íntima”, do livro “Despertar: nossos desafios na transição planetária”, de Haroldo Dutra Dias, em que o autor esclarece a respeito da sintonia existente nas relações humanas ao identificar imperfeições semelhantes para o melhoramento mútuo, que abrem caminho para escutar, enxergar e compreender as mensagens de fé, amor, confiança, esperança e coragem para enfrentar as provações e expiações em existências educativas rumo à perfeição.

Na verdade, todos seres humanos têm responsabilidades perante o Criador Supremo de cocriar em um plano menor na obra que nos toca, porquanto a seara é grande e poucos são os trabalhadores, pois há muitas ovelhas sem pastor. E o Mestre Jesus veio nos ensinar e exemplificar como ser cocriadores e trabalhadores na seara do Pai.

Haroldo Dutra escreveu:

“Na governadoria espiritual do orbe, Jesus conta com assessores divinos, espíritos puros que já construíram a glória espiritual em seus próprios corações. Espíritos que representam altas inteligências e potencial inimaginável de sentimento, de amor, e de pureza. E por que será que Jesus não trouxe a sua equipe com Ele? Poderia ter selecionado doze espíritos puros e trazido para que eles fossem apóstolos e três mil anjos para encarnarem na Galileia. Imagine como seria o trabalho? Seria um trabalho sem dificuldades, sem imperfeições, sem falhas. Um trabalho que fluiria sem problema algum. Mas, eu lhe pergunto sinceramente: você se identificaria com essa equipe? Certamente que não haveria identificação com os cooperadores do Cristo se eles fossem perfeitos.”

O autor conduz, ainda, a imaginação para um hipotético exemplo de uma pessoa convivendo com alguém perfeito, em que somente você vai errar devido às imperfeições decorrentes. Nessa relação de convivência, não haverá revezamento nas imperfeições.

Em seguida, apresenta argumento reflexivo para haver natural identificação: “Porque somos iguais, porque estamos na mesma caminhada e ansiamos pureza, paz e aperfeiçoamento. É isso que nos identifica.”

Haroldo Dutra continua: “O único que não melhora é Deus. Deus é imutável, portanto, Deus está fora da reforma íntima. Por essa razão, quando o doutor da lei indaga Jesus com o elogio ‘bom mestre’, Jesus pergunta para ele: ‘Por que você está me chamando de bom? Bom só o Pai’. Nós estamos no caminho da bondade.”

Haroldo apresenta mais um exemplo, adaptando-o para a linguagem atual, do texto “A diferença”, do livro “Momento de ouro”, do Espírito Irmão X (Humberto de Campos), na psicografia de Francisco Cândido Xavier, que narra o ocorrido no plano espiritual durante uma palestra de Bezerra de Menezes, em que um ouvinte indaga o benfeitor, explicando as suas imperfeições que dificultam realizar o trabalho proposto:

“(…) doutor Bezerra foi questionado por um ouvinte: Doutor Bezerra de Menezes, eu não aguento mais esse movimento espírita e os espíritas, mas para falar a verdade, eu não aguento mais comigo mesmo! Deixa explicar para o senhor o porquê. Porque ainda sou invejoso, ainda tenho maldade dentro de mim, sou ciumento, sou, às vezes, nervoso e irritado. Às vezes, eu falo mal das pessoas, eu prejudico. Portanto, eu não estou preparado para esse trabalho que o senhor está nos convidando a fazer. Doutor Bezerra ouviu com toda atenção e disse: Meu filho, eu também. Todas essas imperfeições que você está dizendo, que o movimento espírita tem e que você tem, eu também tenho. O encarnado, por sua vez, que estava desdobrado, arregalou os olhos, impressionado com aquela revelação. E doutor Bezerra completou: Mas há uma diferença. Antes eu corria na direção de tudo isso, eu achava bom ser invejoso, fazer mal para as pessoas, ser grosseiro. Eu corria na direção dessas imperfeições; hoje, a diferença é que eu corro dessas imperfeições.”

Isso reforça a percepção de que todos somos seres imperfeitos em processo de evolução moral e espiritual na busca da perfeição. E se esses mesmos seres imperfeitos, com certo grau de progresso, dizem que devemos melhorar, há uma identificação, afinidade e sintonia para o aperfeiçoamento mútuo.

A justificativa do indagador apresentada ao doutor Bezerra de Menezes seria em resumo: quando eu melhorar, vou trabalhar. Mas, é exatamente o contrário: é trabalhar para melhorar; não é esperar melhorar para trabalhar, se assim for, não vai trabalhar nunca.

Haroldo Dutra, mais adiante, descortina uma possível resposta ao tema central:

“O mais importante é que a escolha de Jesus jamais se baseou no fato de Simão ter ou não imperfeições. Jesus sabia das imperfeições de Simão, todavia, e elegeu para ser o líder dos apóstolos, e o elegeu antes mesmo de ele o negar, sabendo que ele o faria.”

E complementa: “O amor não aguarda desempenho. O que isso quer dizer? Quer dizer que você já é amado por Deus e ponto final. Você sempre foi amado. E não há tolice, estupidez, maldade ou crueldade que você faça que seja capaz de diminuir um centímetro do amor que Deus tem por você. (…) Você não precisa virar um anjo para ser amado, pois já é amado. (…) o amor divino é fonte que jorra, porque Deus é amor da criação. Ele é perfeição e amor supremos e permanece nos amando, independentemente do nível de evolução em que estagiemos, ou os equívocos que, porventura, estejamos cometendo.”

Assim, para ser discípulo de Jesus, ninguém precisa ser anjo ou espírito puro, basta ter vontade para seguir as pegadas do Mestre, tendo como roteiro de vida os seus ensinamentos e exemplos, no caminho da verdade e da vida em direção ao Pai.

Nada melhor do que a identificação com outro ser imperfeito, igual a você, para consolar e ser consolado, levar fé, esperança, confiança, coragem, perdão, dentre outras ações caridosas; e levantar quem precisa erguer e seguir em frente na edificação da alma.

A vontade de melhorar moral e espiritualmente é a força que impulsiona cada ser humano para o devido progresso. Basta querer. Para tanto, teremos os auxílios do anjo da guarda, dos espíritos protetores, familiares e benevolentes para nos mostrar o caminho a seguir, pois não estamos sós.

A responsabilidade de cocriar no plano menor

Todos os seres humanos têm responsabilidades de cocriar no plano menor.

Há uma solidariedade universal existente, tanto no plano maior de cocriação divina como no plano menor, porquanto todos os seres do infinito e a natureza inteira encontram-se mergulhados no fluido cósmico universal. Tudo no Universo está conectado, compondo um todo solidário.

Por essa rede inteligente universal, Deus está em toda parte. Todos os elementos da criação estão em relação constante com Deus, tornando-o onisciente de tudo o que se passa e supre a cada um o que lhe diz respeito.

O Espírito André Luiz, no livro “Evolução em dois mundos”, no Capítulo 1 – Fluido cósmico, na psicografia Francisco Cândido Xavier, esclarece:

Plasma divino – O fluído cósmico é o plasma divino, hausto do Criador ou força nervosa do Todo-Sábio.

Nesse elemento primordial, vibram e vivem constelações e sóis, mundos e seres, como peixes no oceano.

Cocriação em plano maior – Nessa substância original, ao influxo do próprio Senhor Supremo, operam as Inteligências Divinas a Ele agregadas, em processo de comunhão indescritível, os grandes devas da teologia hindu ou os arcanjos da interpretação de variados templos religiosos, extraindo desse hálito espiritual os celeiros de energia com que constroem os sistemas da imensidade, em serviço de cocriação em plano maior, de conformidade com os desígnios do Todo-Misericordioso, que faz deles agentes orientadores da Criação Excelsa.

Essas Inteligências gloriosas tomam o plasma divino e convertem-no em habitações cósmicas, de múltiplas expressões, radiantes ou obscuras, gaseificadas ou sólidas, obedecendo a leis predeterminadas, quais moradias que perduram por milênios e milênios, mas que se desgastam e se transformam por fim, uma vez que o Espírito criado pode formar ou cocriar, mas só Deus é o Criador de toda a eternidade.

Impérios estelares – Devido à atuação desses arquitetos maiores, surgem nas galáxias as organizações estelares como vastos continentes do Universo em evolução e as nebulosas intragaláticas como imensos domínios do Universo, encerrando a evolução em estado potencial, todas gravitando ao redor de pontos atrativos, com admirável uniformidade coordenadora”. (André Luiz. Evolução em dois mundos)

O Espírito André Luiz traz luz ao conhecimento de que as inteligências divinas ligadas ao Criador Supremo, ao seu comando e influxo, em perfeita comunhão, mergulhadas no plasma divino, cooperam com o Criador na construção dos sistemas do Universo, convertendo-os em habitações cósmicas, em um serviço de cocriação no plano maior, tornando-os também agentes colaboradores da Criação.

Essas Inteligências ligadas ao Criador, obedecendo às leis de Deus, podem formar ou cocriar, mas somente Deus é o Criador de toda a eternidade.

Em um plano menor, cada um de nós é importante para o todo, pois, fazemos parte da construção universal e estamos mergulhados no mesmo oceano fluídico cósmico universal. Assimilando e expressando o pensamento do Criador, cada criatura é detentora de uma capacidade intrínseca, a cocriação em plano menor, inerente à faculdade de pensar, através da qual absorve a força emanante de Deus, moldando-a, à sua vontade, e influenciando, dessa forma, a própria criação.

A esse respeito, o Espírito André Luiz, continua:

Cocriação em plano menor – Em análogo alicerce, as Inteligências humanas que ombreiam conosco utilizam o mesmo fluido cósmico, em permanente circulação no Universo, para a cocriação em plano menor, assimilando os corpúsculos da matéria com a energia espiritual que lhes é própria, formando assim o veículo fisiopsicossomático em que se exprimem ou cunhando as civilizações que abrangem no mundo a humanidade encarnada e a humanidade desencarnada. Dentro das mesmas bases, plasmam também os lugares entenebrecidos pela purgação infernal, gerados pelas mentes desequilibradas ou criminosas nos círculos inferiores e abismais, e que valem por aglutinações de duração breve, no microcosmo em que estagiam, sob o mesmo princípio de comando mental com que as Inteligências maiores modelam as edificações macrocósmicas, que desafiam a passagem dos milênios.

Cabe-nos assinalar, desse modo, que, na essência, toda a matéria é energia tornada visível e que toda a energia, originariamente, é força divina de que nos apropriamos para interpor os nossos propósitos aos propósitos da Criação, cujas leis nos conservam e prestigiam o bem praticado, constrangendo-nos a transformar o mal de nossa autoria no bem que devemos realizar, porque o Bem de Todos é o seu Eterno Princípio.

Compete-nos, pois, anotar que o fluido cósmico ou plasma divino é a força em que todos vivemos, nos ângulos variados da Natureza, motivo pelo qual já se afirmou, e com toda a razão, que em Deus nos movemos e existimos”. (André Luiz. Evolução em dois mundos)

Logo, cocriar, em plano menor, é o poder que todos temos, segundo a lei universal, à semelhança das inteligências maiores, para cocriar, moldando ou plasmando mundos e moradas, de encarnados e desencarnados, que poderão ser habitações de luz, transformando todo mal de nossa autoria no bem que edifica pelo eterno princípio do amor divino, ou habitações de sombra, geradas por mentes desequilibradas ou criminosas mergulhadas na purgação infernal.

A seara é grande e os trabalhadores são poucos

“Jesus percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do reino, curando todos os males e todas as enfermidades. E vendo todas aquelas gentes, teve piedade delas, pois estavam maltratadas e jaziam por ali como ovelhas que não têm pastor. Disse então aos discípulos: A seara é verdadeiramente grande, mas poucos os trabalhadores. (…) Rogai, pois, ao dono da seara que mande trabalhadores para ela”. (Mateus, 9: 35-38; 60)

Jesus disse: “A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da plantação que mande obreiros para fazerem a colheita. Portanto, ide! Eis que Eu vos envio como cordeiros para o meio dos lobos.” (Lucas, 10: 2)

O Cristo atribui a si o termo “Pastor” no sentido de Governador da Humanidade terrestre. Tendo o Mestre como o nosso Pastor, submetemo-nos aos desígnios de Deus, aceitando a existência de aprendizado e serviço em favor da própria evolução na busca da perfeição relativa à Humanidade. Contudo, Jesus não deve ser confundido como guardador de ovelhas, ministro ou chefe de igreja, governantes da Terra e tampouco como Deus.

Por ovelhas, pode-se ter vários entendimentos: os animais sem defesa, vulneráveis, que não têm habilidades de luta e estão no fim da cadeia alimentar; os crentes, adeptos ou seguidores de uma religião ou do Cristianismo; e os Espírito bons, justos ou benevolentes.

Nessa passagem, Jesus em seu trajeto por cidades e aldeias, ensinando e pregando a Palavra, teve piedade daquelas criaturas que jaziam maltratadas, abandonadas, sem crença, sem fé, oprimidas, assemelhando-se às ovelhas sem pastor. Faltava a elas o “Pastor” para guiá-las com segurança e amor a caminho do processo ascensional. Então, o Mestre disse aos discípulos: “A seara é verdadeiramente grande, mas poucos os trabalhadores. (…) Rogai, pois, ao dono da seara que mande trabalhadores para ela”.

A seara é verdadeiramente grande porque a mensagem cristã não é uma crença universal, daí Jesus anunciar a conveniência de agregar ao seu rebanho outras ovelhas, as que ainda não aceitam ou desconhecem a sua mensagem de amor. As palavras do Cristo extrapolam as ligações sócio-político-econômicas. Indicam que acontecerá, no planeta regenerado, uma integração religiosa entre os diferentes povos que compõem a Humanidade. É um grande desafio, mas tal acontecimento ocorrerá, cedo ou tarde.

Os obreiros são poucos, mas se possuídos de boa vontade e unidos pelo sentimento de amor fraterno, do amor cristão, coloquemo-nos a pregar pela Palavra, sobretudo pelo exemplo, a moral que o Cristo pregou e exemplificou. Seja o Evangelho o sol donde se irradie a luz que nos clareie o caminho de obreiros da salvação da Humanidade.

Assim, “busquemos na disciplina, ante o Cristo de Deus, a nossa posição de servidores do bem, (…), na certeza de que humildemente conferir-nos-á sintonia com o divino Pastor, para que, sublimando e servindo, atinjamos com ele o aprisco celeste na imortalidade vitoriosa” (Emmanuel. Que ovelha somos?). E quando todos forem atingidos pela Palavra cristã, unidos por uma crença única, poderemos dizer: “haverá um rebanho e um Pastor” (João, 10: 14-16).

Como discípulo de Jesus, realizar o trabalho necessário

Muitos candidatos a discípulos de Jesus ficam em dúvidas de como proceder para seguir as pegadas do Mestre no serviço edificante de pregar a Palavra a seus semelhantes.

Quando iluminados pela verdade divina que liberta a alma das paixões viciosas e dos sentimentos inferiores, que dificultam o progresso na busca da perfeição, transformamo-nos em instrumentos do Semeador divino, cooperando na obra de elevação intelectual, moral e espiritual do mundo.

O Cristo disse a seus discípulos que eles eram a luz do mundo e o sal da Terra, os quais seguindo e praticando os seus ensinamentos e exemplos, auxiliavam a afastar as trevas reinantes dentro deles e de seus semelhantes por meio do Evangelho que ilumina, dá significado à vida e a valoriza.

O Mestre mostrou o caminho que conduz para a vida eterna em direção ao Pai; e a existência terrena é uma abençoada oficina de trabalho, resgate e redenção, em que os atos, as palavras e os pensamentos edificantes produzirão bons frutos aos olhos de Deus.

Em um esforço coletivo, Jesus nos convoca para resplandecer a luz das nossas conquistas evolutivas em benefício dos companheiros de jornada, estendendo-lhes as mãos no sentido de caminharmos juntos em direção ao Pai. Identificando e aceitando a luz do Mestre, os seres humanos transformam-se, pouco a pouco, em instrumentos de auxílio, em autênticos discípulos, que sabem refletir a luz do Evangelho nas inúmeras atividades de amor e caridade.

A luz imperecível do Cristo brilha pelos milênios terrestres, penetrando o mundo com o Verbo do princípio. Contudo, nem todos estão dispostos a acolher essa luz. Assim, quem já conquistou certos valores morais elevados e edificantes deve irradiar seus pensamentos, suas palavras, suas ações, suas atitudes e seus gestos como candeias abençoadas sobre os seus semelhantes, contribuindo para o soerguimento moral da Humanidade.

A implantação do reino de Deus no coração do nosso semelhante não poderá violar o seu livre-arbítrio, o que demandará do candidato a discípulo dedicação constante e esforço edificante em suas ações. Daí o grande desafio ao futuro discípulo de Jesus, o que demandará passar por diversos estágios educativos de evolução espiritual.

Tudo na vida tem o seu tempo, a sua preparação e o seu amadurecimento para o serviço edificante na prática do bem, do amor e da caridade, sendo resultado do acúmulo de reflexões, aprendizados e experiências vividas diante de diversas situações de expiações e provas.

Não se trata de estimular ações de conversão ou afronta ao livre-arbítrio dos seres humanos, mas sim da possibilidade de dispor aos semelhantes a difusão da prática do bem, na observância do amor universal e das revelações divinas, que trazem verdades imperecíveis.

A candeia de iluminação espiritual é a perfeita imagem de si mesmo, que transforma as próprias energias em bondade e compreensão redentoras para toda gente, gastando o óleo de boa vontade, na renúncia a si mesmo e no sacrifício em Cristo, passando realmente a brilhar.

A Palavra, o Evangelho, os ensinamentos e os exemplos de Jesus são o eterno combustível que alimenta a chama de iluminação interior, de conscientização, de despertar e de libertação da alma em cada ser humano. 

A iluminação interior é o momento do despertar e cada ser humano é local de transformação, renovação, fé, cura e evolução espiritual, na batalha íntima do bem contra o mal. Que brilhe a sua luz em benefício próprio e de todos!

Foi por tudo isso que Jesus não escolheu espíritos puros como apóstolos ou discípulos em sua missão terrena.

Bibliografia

BÍBLIA SAGRADA.

CAMPOS, Humberto de (Espírito); (psicografado por) Francisco Cândido Xavier; Gerson Simões Monteiro (organizado por). No Roteiro de Jesus. 3ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2018.

DIAS, Haroldo Dutra Dias. Despertar: nossos desafios na transição planetária. 4ª Edição, São Paulo/SP, da Intelítera Editora, 2022.

EMMANUEL (Espírito); (psicografado por) Francisco Cândido Xavier. A Caminho da Luz. 38ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2016.

EMMANUEL (Espírito); Saulo Cesar Ribeiro da Silva (Coordenação). O Evangelho por Emmanuel: comentários ao evangelho segundo João.  1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2017.

KARDEC, Allan; tradução de Guillon Ribeiro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019.

KARDEC, Allan; tradução de Evandro Noleto Bezerra da 5ª ed. francesa de 1869. A Gênese. 2ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2013.

LUIZ, André (Espírito); na psicografia de Francisco Cândido Xavier. Evolução em dois mundos. 27ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2018.

MOURA, Marta Antunes de Oliveira de (Organizadora). Estudo aprofundado da doutrina espírita: Ensinos e parábolas de Jesus – Parte II: orientações espíritas e sugestões didático-pedagógicas direcionadas ao estudo do aspecto religioso do Espiritismo. 1ª Edição. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2016.

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